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A Tiffany & Co. leva os consumidores aos bastidores.

A joalheria ofereceu ao público visitas guiadas aos bastidores de sua loja principal e de sua oficina de design e inovação como parte do evento de portas abertas da LVMH.

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Nova York — Pela primeira vez em quatro anos, a Tiffany & Co. participou do Les Journées Particulières, evento da LVMH que oferece aos consumidores um olhar exclusivo sobre os processos de fabricação dos produtos de luxo que a empresa vende.   

Realizado de 16 a 18 de outubro, o Les Journées Particulières — Os Dias Especiais — aconteceu em mais de uma dúzia de países e incluiu visitas a vinhedos e adegas, além das oficinas onde as marcas da LVMH produzem seus perfumes, roupas, artigos de couro, relógios e joias. 

Os ingressos para o Les Journées Particulières são gratuitos e a LVMH os disponibiliza online em lotes cerca de três semanas antes do evento.

No caso da Tiffany & Co., os consumidores tiveram a oportunidade de fazer um tour exclusivo pelos bastidores da Oficina de Design e Inovação da marca ou da The Landmark, sua loja principal na Rua 57 com a Quinta Avenida.

Em ambas as visitas guiadas, o foco foi um design icônico, o "Pássaro na Rocha" da Tiffany & Co., concebido por Jean Schlumberger em 1965 e reimaginado em 2025 pela atual Diretora Artística da marca, Nathalie Verdeille.

Os participantes puderam ver como o pássaro é desenvolvido na Oficina de Design e Inovação, enquanto os consumidores que visitaram a loja principal testemunharam a parada final na trajetória do pássaro: uma loja da Tiffany & Co.

 

 

“O Pássaro na Rocha é leve, etéreo e inclui as pedras mais preciosas, selecionadas com a mais extraordinária precisão”, disse Christopher Young, diretor criativo e vice-presidente de merchandising visual criativo global da Tiffany & Co. 

“Uma das primeiras versões combinava diamantes amarelos e brancos pousados ​​em uma pedra de lápis-lazúli, em uma mistura sutil de fantasia e extrema elegância que, aos meus olhos, simboliza o savoir-faire da Tiffany & Co.”

 

 

Este ano marcou a sexta vez que a LVMH ofereceu visitas guiadas aos bastidores de suas marcas; a primeira edição do Les Journées Particulières aconteceu em 2011. A última participação da Tiffany & Co. foi em 2022.

Este ano foi a primeira vez que a Tiffany & Co. ofereceu uma visita guiada à sua loja principal, que reabriu como The Landmark em abril de 2023 após extensas reformas. 

Outras marcas pertencentes à LVMH que realizaram eventos de portas abertas pela primeira vez incluíram o histórico Mount Nelson Hotel na Cidade do Cabo, África do Sul, e a Casa Loewe em Madri. 

O tema do Les Journées Particulières 2026 foi Aux Racines du Rêve, ou A Origem dos Sonhos. 

“Ao convidar o público para os espaços icônicos de nossas maisons, o Les Journées Particulières oferece insights sobre as maneiras pelas quais cumprimos nossa missão de 'A Arte de Criar Sonhos'”, disse Antoine Arnault, chefe de Imagem e Ambiente da LVMH. 

“Oficinas, castelos, propriedades familiares, lojas tradicionais, vinhedos e jardins… é aqui que a inspiração nasce, as técnicas são transmitidas e a excelência é construída para perdurar. Este ano, convidamos você a explorar a fonte dos sonhos, a voltar às suas origens, a percorrer os lugares onde eles ganham vida e a conhecer as pessoas que os moldam.” 

No total, a LVMH abriu as portas de 45 de suas marcas, com experiências em 71 locais em 13 países. 

Além das visitas guiadas aos bastidores da Tiffany & Co. em Nova York, a divisão de Relógios e Joias da LVMH realizou eventos de portas abertas nas boutiques Bulgari em Roma e na Place Vendôme, em Paris; na loja Repossi, na Place Vendôme; na casa particular da Chaumet, também na Place Vendôme; na boutique Fred, na Rue de la Paix, em Paris; e nas fábricas de relógios Louis Vuitton e TAG Heuer, na Suíça. 

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CPC mais caro no e-commerce: por que a fotografia de produto se tornou peça-chave na conversão

10 de abr.
3 min de leitura


Nos últimos meses, um movimento tem chamado a atenção de quem atua com e-commerce: o aumento consistente do custo por clique (CPC). Em um cenário cada vez mais competitivo e saturado, gerar tráfego ficou mais caro — e, ao mesmo tempo, menos tolerante a erros.

Mas o ponto mais importante não está apenas no custo da mídia. Ele está no que acontece depois do clique.

Se cada visita exige um investimento maior, a eficiência da conversão deixa de ser uma otimização e passa a ser uma necessidade estratégica.

É nesse contexto que a fotografia de produto ganha um novo protagonismo.


O fim da era do “é só escalar mídia”


Durante muito tempo, o crescimento no e-commerce esteve diretamente ligado ao aumento de investimento em tráfego pago. Uma campanha validada podia ser escalada quase linearmente.

Hoje, essa lógica mudou.

Com mais anunciantes disputando os mesmos espaços e plataformas cada vez mais automatizadas, a vantagem operacional diminuiu. O resultado é simples: mais concorrência, menos margem para erro e um custo de aquisição crescente.

Nesse cenário, escalar investimento sem revisar o funil se tornou um risco real.

E é justamente aqui que muitas operações revelam sua principal fragilidade: a baixa eficiência de conversão.


Conversão não depende só de marketing


Quando o tráfego fica caro, não basta trazer pessoas para o site — é preciso transformar esse tráfego em receita.

Isso envolve uma série de fatores: proposta de valor clara, experiência do usuário, velocidade do site, prova social… e, principalmente, os criativos.

O criativo deixou de ser apenas um gatilho de clique. Ele passou a atuar como um filtro.

E dentro desse universo, a fotografia de produto é um dos elementos mais determinantes.


A fotografia como filtro de público qualificado


Imagens de baixa qualidade ou pouco estratégicas tendem a atrair cliques menos qualificados. Elas não comunicam claramente o que o produto entrega, gerando curiosidade — mas não intenção de compra.

Por outro lado, uma fotografia bem construída faz exatamente o oposto.

Ela antecipa a experiência do produto, evidencia atributos relevantes e alinha expectativa com realidade. Com isso, atrai um público mais preparado para comprar.

Na prática, isso significa menos desperdício de mídia e mais eficiência por clique.


Dentro do site: onde a decisão acontece


Se o anúncio é responsável por atrair, é dentro do site que a conversão se concretiza.

E nesse momento, a imagem deixa de ser apenas atrativa — ela se torna decisiva.

Em um ambiente onde o consumidor não pode tocar, experimentar ou testar o produto, a fotografia assume o papel de reduzir incertezas. Ela precisa responder perguntas silenciosas:

  • Como é o material?

  • Qual é o acabamento?

  • O produto parece confiável?

  • Ele entrega o que promete?

Fotografias claras, detalhadas e consistentes transmitem profissionalismo e aumentam a confiança — dois fatores diretamente ligados à decisão de compra.


Percepção de valor: o diferencial invisível


Em mercados altamente competitivos, muitas vezes os produtos são semelhantes em preço, funcionalidade e até posicionamento.

O que muda, então?

A forma como esse produto é percebido.

A fotografia é uma das principais responsáveis por construir essa percepção de valor. Uma imagem bem dirigida pode posicionar o produto como mais premium, mais confiável e mais desejável — mesmo quando suas características técnicas são equivalentes às de concorrentes.

Ou seja, não se trata apenas de mostrar o produto, mas de como ele é apresentado.


Fotografia still como estratégia de performance


Durante muito tempo, a fotografia de produto foi tratada como um investimento estético. Hoje, ela deve ser encarada como uma ferramenta de performance.

Um estúdio especializado em fotografia still não entrega apenas imagens bonitas — entrega ativos estratégicos que impactam diretamente os resultados da operação.

Entre os principais ganhos, podemos destacar:

  • Aumento da taxa de conversão

  • Melhor aproveitamento do investimento em mídia

  • Redução do custo de aquisição (CAC)

  • Maior qualificação do público atraído

  • Fortalecimento da percepção de valor da marca


Conclusão: eficiência não se compra, se constrói


O aumento do CPC é, na prática, um ajuste natural do mercado. Ele favorece operações mais estruturadas e penaliza aquelas que dependem exclusivamente de investimento para crescer.

Nesse novo cenário, eficiência deixou de ser opcional.

E eficiência não se constrói apenas com mídia — ela depende de toda a experiência que envolve o produto.

A fotografia still, portanto, deixa de ser um detalhe e passa a ocupar um papel central na estratégia de conversão.

Porque, no fim, não basta atrair o clique.

É preciso convencer e a imagem certa não apenas mostra o produto.


Ela vende.

 
 
 

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